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		<title>Confira dicas para quem vai subir o Pico da Bandeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pico da Bandeira é a terceira montanha mais alta do Brasil, muito procurada por praticantes de montanhismo. Ele possui 2.892 metros de altitude e fica situado no Parque Nacional do Caparaó, que fica entre os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Conquistar o Pico é um dos principais objetivos dos amantes de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://etrilhas.com.br/trilhas/pico-da-bandeira">Pico da Bandeira</a> é a terceira montanha mais alta do Brasil, muito procurada por praticantes de montanhismo. Ele possui 2.892 metros de altitude e fica situado no <a href="https://etrilhas.com.br/unidades-de-conservacao/parque_nacional_do_capara_">Parque Nacional do Caparaó</a>, que fica entre os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Conquistar o Pico é um dos principais objetivos dos amantes de aventura, e para fazê-lo são necessários de dois a três dias de caminhada.</span></p>
<figure style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Trilha para o Pico da Bandeira" src="https://firebasestorage.googleapis.com/v0/b/testetrans-f2313.appspot.com/o/trilhasFotos%2F1674816700661-008b1da1-1c8f-492b-8603-1edb42845a61.png?alt=media&#038;token=07100e4d-5b77-42a3-b2c6-297032827d6b" alt="Trilha para o Pico da Bandeira" width="1080" height="1138" /><figcaption class="wp-caption-text">Trilha para o Pico da Bandeira – Foto: @wsalexandre</figcaption></figure>
<h1><span style="font-weight: 400;">O Parque Nacional do Caparaó</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Localizado na Serra do Caparaó, o Parque é um símbolo do Sudeste brasileiro, conta com 31 mil hectares de área e é uma das maiores referências no montanhismo nacional. Além do Pico da Bandeira, o Parque ainda abriga diversas cachoeiras famosas, como por exemplo a Cachoeira dos Sete Pilões, a Cachoeira da Farofa e a Cachoeira Bonita, que tem 80 metros de altura. Afinal, a palavra Caparaó tem origem indígena, significando “águas que rolam das pedras”. Outras atrações incluem a Gruta do Jacu, o Vale Verde, o Pico do Calçado e o Pico do Cristal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como a subida para o Pico da Bandeira requer pernoite, o Parque Nacional do Caparaó conta com alguns acampamentos em pontos estratégicos para abrigar os visitantes, como o Casa Queimada, Terreirão, Tronqueira e Macieira. Mas atenção: para pernoitar nos acampamentos é necessário agendamento prévio através do </span><a href="https://www.icmbio.gov.br/parnacaparao/guia-do-visitante/27-ingressos.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">site do ICMBio</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o Parque ainda possui portarias em ambos os estados, com centro de visitantes para dar suporte aos turistas. Em Minais Gerais, o acesso fica na cidade de Alto Caparaó, enquanto que no Espírito Santo, a portaria fica no município de Dores do Rio Preto. Ao visitar uma unidade de conservação, tenha sempre em mente <a href="https://etrilhas.com.br/blog/como-minimizar-o-impacto-ambiental-ao-visitar-areas-naturais-">dicas para minimizar o impacto ambiental</a>.</span></p>
<figure style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Trilha para o Pico da Bandeira" src="https://firebasestorage.googleapis.com/v0/b/testetrans-f2313.appspot.com/o/trilhasFotos%2F1674816691521-14feaa0c-2220-4a5a-8b3f-ac89a0217a12.png?alt=media&#038;token=5add2ebe-5641-4f2f-bc36-9e7ecee59699" alt="Trilha para o Pico da Bandeira" width="1080" height="1350" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: @obrenozambao</figcaption></figure>
<h1><span style="font-weight: 400;">Subindo o Pico da Bandeira</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A subida para o Pico da Bandeira não é fácil, mas também não é nenhum bicho de sete cabeças. As trilhas são muito bem demarcadas, e a contratação de um guia é opcional. A atividade preferida dos montanhistas é ver o nascer do sol do cume, de forma que então a caminhada começa ainda de madrugada, por volta de 1h da manhã.</span></p>
<figure style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Nascer do sol no Pico da Bandeira" src="https://firebasestorage.googleapis.com/v0/b/testetrans-f2313.appspot.com/o/trilhasFotos%2F1674816694686-5be61268-f4ba-4d23-958c-f294c31d22de.png?alt=media&#038;token=01b67c48-c8df-43f6-9817-9454921b7711" alt="Nascer do sol no Pico da Bandeira" width="1080" height="1139" /><figcaption class="wp-caption-text">Nascer do sol no Pico da Bandeira – Foto: @wsalexandre</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O caminho mais clássico é pelo lado mineiro, partindo da Tronqueira, que a 1.970 metros de altitude, é o ponto mais alto acessível a veículos. Para quem quer curtir o dia e as vistas do Parque, uma boa opção é pernoitar na Tronqueira, e de lá partir para o próximo acampamento, que é o Terreirão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Terreirão conta com toda a infraestrutura necessária para atender os montanhistas, e fica a 2.370 metros de altitude. É importante saber que só há banheiros nos acampamentos. Do Terreirão é possível subir direto para o Pico da Bandeira. São cerca de 4,5km de uma trilha acidentada e ligeiramente íngreme. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é possível subir pelo lado capixaba do Parque, só que as subidas são mais íngremes por ali. Este percurso passa primeiro pelo Pico do Calçado, que possui 2.849 metros de altitude, e depois desce e sobe novamente para o Pico da Bandeira, havendo algumas escalaminhadas pelo caminho. Ambos os trajetos passam por poços e cachoeiras no caminho. </span></p>
<figure style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Topo do Pico da Bandeira" src="https://firebasestorage.googleapis.com/v0/b/testetrans-f2313.appspot.com/o/trilhasFotos%2F1674816699317-e4d4f07a-1eee-426e-a448-cad08f96afb9.png?alt=media&#038;token=6a2a1d5e-6739-4ce2-8fba-63ab7f50675a" alt="Topo do Pico da Bandeira" width="1080" height="1139" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: @wsalexandre</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A chegada compensa, o nascer do sol acima das nuvens é inesquecível e dependendo da visibilidade, a vista de 360º contempla não apenas os principais picos do Parque Nacional do Caparaó, mas como de diversos pontos do Espírito Santo e de Minas Gerais.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">Quando subir o Pico da Bandeira</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">O período mais favorável para a subida é o de seca, de maio a setembro, com pico em julho e durante a lua cheia. Preste atenção pois é inverno, e a altitude elevada faz as temperaturas chegarem a níveis extremamente baixos, até -8ºC. Portanto, agasalhos e calçados adequados são indispensáveis para a empreitada. Quaisquer dúvidas você pode tirar no nosso post </span><a href="https://etrilhas.com.br/blog/como-se-preparar-para-fazer-uma-trilha"><i><span style="font-weight: 400;">Como se preparar para fazer uma trilha</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Parque Nacional do Caparaó: Tudo o que você precisa saber para visitar</title>
		<link>https://etrilhas.co/parque-nacional-do-caparao-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-visitar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[Localizado na Serra do Caparaó, o Parque Nacional do Caparaó foi criado em 1961, é um símbolo do Sudeste brasileiro, conta com 31 mil hectares de área e é uma das principais referências no montanhismo nacional. Cerca de 80% do território do Parque está localizado no estado do Espírito Santo, e o restante, em Minas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Localizado na Serra do Caparaó, o Parque Nacional do Caparaó foi criado em 1961, é um símbolo do Sudeste brasileiro, conta com 31 mil hectares de área e é uma das principais referências no montanhismo nacional. Cerca de 80% do território do Parque está localizado no estado do Espírito Santo, e o restante, em Minas Gerais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Parque possui portarias em ambos os estados, com centro de visitantes para dar suporte aos turistas. Apesar da maior parte do Parque ficar no ES, sua entrada principal e mais conhecida é a de Minais Gerais, cujo acesso fica na cidade de Alto Caparaó. No Espírito Santo, a portaria fica no município de Dores do Rio Preto.</span></p>
<figure id="attachment_1532" aria-describedby="caption-attachment-1532" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1532 size-large" title="Entrada do Parque Nacional do Caparaó pelo lado capixaba" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image4-1024x576.png" alt="Entrada do Parque Nacional do Caparaó pelo lado capixaba" width="1024" height="576" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image4-1024x576.png 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image4-300x169.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image4-768x432.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image4-800x450.png 800w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image4-24x14.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image4-36x20.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image4-48x27.png 48w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image4.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1532" class="wp-caption-text">Entrada do Parque Nacional do Caparaó pelo lado capixaba &#8211; Foto: ICMBio.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos destinos mais procurados pelos amantes de montanhismo, o Parque guarda o terceiro ponto mais alto do Brasil: o </span><a href="https://etrilhas.com.br/trilhas/pico-da-bandeira"><span style="font-weight: 400;">Pico da Bandeira</span></a><span style="font-weight: 400;">. Com mais de 2.890 metros de altura, a montanha é um dos principais objetivos dos amantes de aventura, e para conquistá-la são necessários de dois a três dias de caminhada. Você pode conferir as </span><a href="https://etrilhas.com.br/blog/confira-dicas-para-quem-vai-subir-o-pico-da-bandeira"><span style="font-weight: 400;">dicas para quem vai subir o Pico da Bandeira</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">Rico em recursos naturais</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A Unidade de Conservação é um importante berço de proteção da biodiversidade brasileira. O Parque conta com redutos de mata atlântica e campos de altitude, abrigando diversas espécies ameaçadas, tanto de flora, como de fauna. A área ainda abriga nascentes importantes, o que confere riqueza de recursos hídricos à Serra do Caparaó, rica em cachoeiras, rios e lagos.</span></p>
<figure id="attachment_1533" aria-describedby="caption-attachment-1533" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1533 size-full" title="Vale Encantado" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image1.png" alt="Vale Encantado - Foto: Capixaba Na Estrada." width="450" height="600" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image1.png 450w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image1-225x300.png 225w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image1-18x24.png 18w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image1-27x36.png 27w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image1-36x48.png 36w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption id="caption-attachment-1533" class="wp-caption-text">Vale Encantado &#8211; Foto: Capixaba Na Estrada.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Diversas cachoeiras famosas se encontram dentro do Parque Nacional do Caparaó, como por exemplo a Cachoeira dos Sete Pilões, a Cachoeira da Farofa e a Cachoeira Bonita, que tem 80 metros de altura. Afinal, a palavra Caparaó tem origem indígena, significando “águas que rolam das pedras”. As cachoeiras do Vale Verde e do Vale Encantado também são atrações de destaque.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">Atrações do Parque Nacional do Caparaó</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">O Pico da Bandeira é naturalmente o principal atrativo do Parque Nacional do Caparaó, mas não é o único pico da região. A Serra do Caparaó ainda abriga o Pico do Calçado, com 2.849m de altura, e o Pico do Cristal, com 2.770 metros. Outras atrações incluem a Pedra duas Irmãs, o Pico do Cruzeiro, o Pico do Calçado Mirim, Morro da Cruz do Negro, Pico dos Cabritos, Pico da Pedra Roxa, Pico do Tesourinho, Pedra Menina, a Gruta do Jacu e um Sítio Histórico, fazenda de café do período colonial. Com certeza o nosso artigo </span><a href="https://etrilhas.com.br/blog/como-se-preparar-para-fazer-uma-trilha"><span style="font-weight: 400;">Como se preparar para fazer uma trilha</span></a><span style="font-weight: 400;"> será de grande utilidade para quem for visitar o Parque.</span></p>
<figure id="attachment_1534" aria-describedby="caption-attachment-1534" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1534 size-large" title="Trilha para o Pico da Bandeira" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image3-1024x768.png" alt="Trilha para o Pico da Bandeira - Foto: Chico Trekking." width="1024" height="768" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image3-1024x768.png 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image3-300x225.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image3-768x576.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image3-1536x1152.png 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image3-24x18.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image3-36x27.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image3-48x36.png 48w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image3.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1534" class="wp-caption-text">Trilha para o Pico da Bandeira &#8211; Foto: Chico Trekking.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Como a subida para o Pico da Bandeira requer pernoite, o Parque Nacional do Caparaó conta com alguns acampamentos em pontos estratégicos para abrigar os visitantes, como o Casa Queimada, Terreirão, Tronqueira e Macieira. Mas atenção: para pernoitar nos acampamentos é necessário agendamento prévio através do </span><a href="https://www.icmbio.gov.br/parnacaparao/guia-do-visitante/27-ingressos.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">site do ICMBio</span></a><span style="font-weight: 400;">, entidade que administra o Parque. Independentemente de pernoite, o Parque funciona das 7 às 18h. </span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">Quando visitar</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Como dá pra ver, o Parque Nacional do Caparaó conta com uma excelente infraestrutura para receber os visitantes. Mas então, qual é a melhor época do ano para visitação</span><span style="font-weight: 400;">? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O período mais indicado para visitar a Serra do Caparaó é o de seca, ou seja, inverno, mais especificamente de maio a setembro. É necessário estar atento, pois </span><span style="font-weight: 400;">a altitude elevada faz as temperaturas chegarem a níveis extremamente baixos, até -8ºC. </span></p>
<figure id="attachment_1535" aria-describedby="caption-attachment-1535" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1535 size-full" title="Nascer do sol no Parque Nacional do Caparaó" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image2.png" alt="Nascer do sol no Parque Nacional do Caparaó - Foto: Camila - Trilhando Montanhas." width="800" height="1000" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image2.png 800w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image2-240x300.png 240w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image2-768x960.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image2-19x24.png 19w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image2-29x36.png 29w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/02/image2-38x48.png 38w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1535" class="wp-caption-text">Nascer do sol no Parque Nacional do Caparaó &#8211; Foto: Camila &#8211; Trilhando Montanhas.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">De qualquer forma, visitar o Parque Nacional do Caparaó é sem dúvidas uma atividade perfeita para os amantes da natureza, montanhistas e qualquer um que esteja a fim de sossego… ou aventura. Com trilhas, montanhas, mirantes, paisagens fantásticas, cachoeiras e piscinas naturais, o Parque promete uma vivência inesquecível. Para se assegurar de que vai ter uma experiência sustentável, dê uma lida em nosso </span><a href="https://etrilhas.com.br/blog/como-minimizar-o-impacto-ambiental-ao-visitar-areas-naturais-"><span style="font-weight: 400;">post sobre minimizar seu impacto em áreas naturais</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trilhas Aquáticas: O Que São e Como Fazer</title>
		<link>https://etrilhas.co/trilhas-aquaticas-o-que-sao-e-como-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[Trilhas aquáticas provavelmente não são a primeira coisa a vir na sua cabeça quando você pensa em fazer uma trilha, certo? Então pare pra pensar a respeito: considere a possibilidade de desfrutar de toda a calma da natureza e ter uma grande aventura enquanto desliza sobre as águas. É por isso que as trilhas aquáticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Trilhas aquáticas provavelmente não são a primeira coisa a vir na sua cabeça quando você pensa em fazer uma trilha, certo? Então pare pra pensar a respeito: considere a possibilidade de desfrutar de toda a calma da natureza e ter uma grande aventura enquanto desliza sobre as águas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por isso que as trilhas aquáticas existem. Seja em águas doces ou salgadas, elas geralmente são feitas de caiaque, existindo para proporcionar uma experiência única e inusitada ao trilheiro, que normalmente costuma trilhar a pé ou de bike. Das rotas aquáticas existentes no Brasil, a mais famosa é a  </span><a href="https://etrilhas.com.br/trilhas-longo-curso/rota-dos-pioneiros"><span style="font-weight: 400;">Rota dos Pioneiros</span></a><span style="font-weight: 400;">, conhece?</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">A Rota dos Pioneiros</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;"> Com 388 km, ela é a maior trilha aquática do Brasil. Esta Trilha de Longo Curso tem esse nome devido à sua história de quase 500 anos. A Rota percorre o Rio Paraná, que foi palco de importantes batalhas envolvendo povos indígenas, bandeirantes, jesuítas e exploradores espanhóis </span><span style="font-weight: 400;">— pioneiros de todos os tipos</span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como toda Trilha de Longo Curso, a Rota dos Pioneiros possui uma pegada própria e exclusiva. A escolhida conta com um bote atravessado por um remo, simbolizando a natureza aquática do percurso, que atravessa o Corredor de Biodiversidade do Rio Paraná. Os Rios Ivinhema, Paranapanema e Piquiri são afluentes do Rio Paraná também contemplados pela Rota. </span></p>
<figure id="attachment_1541" aria-describedby="caption-attachment-1541" style="width: 240px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1541 size-full" title="A pegada da Rota dos Pioneiros simboliza suas trilhas aquáticas" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2.png" alt="A pegada da Rota dos Pioneiros simboliza suas trilhas aquáticas" width="240" height="226" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2.png 240w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2-24x24.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2-36x34.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2-48x45.png 48w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /><figcaption id="caption-attachment-1541" class="wp-caption-text">A pegada da Rota dos Pioneiros simboliza suas trilhas aquáticas</figcaption></figure>
<h2><span style="font-weight: 400;">Trajeto da Rota dos Pioneiros</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como a maior parte das trilhas aquáticas, a Rota dos Pioneiros deve ser percorrida de caiaque. Ela começa no Parque Estadual do Morro do Diabo, em São Paulo, no reservatório de Rosana e segue em seu primeiro setor até a Usina Hidrelétrica de Rosana, na Estação Ecológica do Caiuá, no Paraná. Já adentrando a Área de Proteção Ambiental (APA) das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, o segundo setor parte tanto da Estação Ecológica do Caiuá quanto do Balneário Municipal de Rosana em São Paulo e segue até o Porto São José no Paraná.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trajeto segue com destino ao Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema, no Mato Grosso do Sul, fechando o terceiro setor em sua sede, marginal ao rio que dá nome ao parque. O setor quatro vai até o Porto Camargo de volta ao Paraná, passando pelo Porto Caiuá, Porto Natal e pelo Parque Nacional de Ilha Grande (PNIG). Alternativamente este setor pode ser percorrido pelo rio Ivinhema até o Porto Caiuá, passando pelo Porto Felício até chegar novamente ao PNIG e Porto Camargo.</span></p>
<figure id="attachment_1542" aria-describedby="caption-attachment-1542" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1542 size-large" title="trilhas aquáticas marcam a rota dos pioneiros" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1024x683.png" alt="Foto: Letícia Nunes Araújo -  O Eco." width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1024x683.png 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-300x200.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-768x512.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1536x1024.png 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-24x16.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-36x24.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-48x32.png 48w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1542" class="wp-caption-text">Foto: Letícia Nunes Araújo &#8211; O Eco.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Partindo do Porto, o trajeto segue pelo setor cinco até o Porto Morumbi no Mato Grosso do Sul, passando pelas ilhas do PNIG e pela Praia da Amizade, Porto Santo Antônio e Sete Praias. Finalmente o sexto e último setor passa pela ilha São Francisco, lagoa Saraiva e Porto do Cano, até chegar no Centro Náutico Marinas em Guaíra, encerrando os 381 quilômetros da trilha aquática.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Entendendo a história dos Pioneiros</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A região do Rio Paraná favorece as trilhas aquáticas, pois era um local de difícil acesso terrestre e, na época colonial, só podia ser alcançado por via fluvial. A área foi de propriedade espanhola até meados do século XVII, e sua principal atividade econômica colonial era a exportação de erva-mate.</span></p>
<figure id="attachment_1543" aria-describedby="caption-attachment-1543" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1543 size-large" title="As trilhas aquáticas são favorecidas pela geografia da região" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1024x640.png" alt="As trilhas aquáticas são favorecidas pela geografia da região - Foto: Jornal Ilustrado." width="1024" height="640" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1024x640.png 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-300x187.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-768x480.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1536x960.png 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-24x15.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-36x22.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-48x30.png 48w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1.png 1599w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1543" class="wp-caption-text">As trilhas aquáticas são favorecidas pela geografia da região &#8211; Foto: Jornal Ilustrado.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Quase vinte missões jesuíticas foram enviadas à região, a fim de apaziguar os constantes conflitos com os indígenas. Cerca de 200 mil nativos foram abrigados por estas missões. A capital da região, Ciudad Real del Guairá, foi abandonada em 1632 após constantes ataques de bandeirantes paulistas, que visavam expandir sua área geográfica. Um ano antes, cerca de 12 mil indígenas e 700 embarcações desceram o Rio Paranapanema, fugindo dos bandeirantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando os bandeirantes se foram, os povos nativos voltaram a ocupar a região, mas logo viram a chegada dos chamados novos pioneiros: imigrantes alemães, japoneses, portugueses e italianos, assim como cafeicultores paranaenses. Foi apenas no final dos anos 1700 que os portugueses fundaram o Posto Militar de São José da Pedra Furada do Piquiri.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">As trilhas aquáticas da Rota dos Pioneiros hoje</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Rota dos Pioneiros foi oficialmente lançada em 2019, começando com um pequeno trecho terrestre de quase 3 km. A iniciativa se deu como parte das comemorações após a extinção de um incêndio de grandes proporções que atingiu a região. Nos meses seguintes, a parte aquática começou a ser implementada, e a Rota dos Pioneiros se tornou a maior trilha aquática brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, a Rota abrange diversas Unidades de Conservação, como o Parque Nacional de Ilha Grande, a APA das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná e o Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema. Essas Unidades oferecem uma boa quantidade de trilhas tanto terrestres quanto aquáticas.</span></p>
<figure id="attachment_1544" aria-describedby="caption-attachment-1544" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1544 size-full" title="Placa da Rota dos Pioneiros" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4.png" alt="Placa da Rota dos Pioneiros - Foto: RETUR." width="960" height="720" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4.png 960w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-300x225.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-768x576.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-24x18.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-36x27.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-48x36.png 48w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-1544" class="wp-caption-text">Placa da Rota dos Pioneiros &#8211; Foto: RETUR.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou da ideia de fazer uma trilha aquática? Com seus 388 km, a Rota dos Pioneiros pode ser completada em cerca de 20 dias. Se você se interessa por essa aventura, dá uma lida no nosso post sobre </span><a href="https://etrilhas.com.br/blog/como-se-preparar-para-uma-trilha-de-longo-curso"><i><span style="font-weight: 400;">Como se preparar para uma Trilha de Longo Curso</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, e boa trilha!</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Desbravando o Parque Nacional do Itatiaia</title>
		<link>https://etrilhas.co/desbravando-o-parque-nacional-do-itatiaia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:25:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parque Nacional do Itatiaia fica localizado na Serra da Mantiqueira. Criado em 1937, foi o primeiro Parque Nacional brasileiro conta com 280 km² de área. Ele abriga maravilhas naturais da região, como cachoeiras e montanhas, além de ser um local referência para trilheiros, praticantes de escalada e observadores de aves. Seu nome, Itatiaia, vem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O Parque Nacional do Itatiaia fica localizado na Serra da Mantiqueira. Criado em 1937, foi o primeiro Parque Nacional brasileiro conta com 280 km² de área. Ele abriga maravilhas naturais da região, como cachoeiras e montanhas, além de ser um local referência para trilheiros, praticantes de escalada e observadores de aves.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu nome, Itatiaia, vem do tupi-guarani, e significa “pedra pontiaguda”. Não à toa o Parque abriga o famoso </span><a href="https://etrilhas.com.br/trilhas/pico-das-agulhas-negras"><span style="font-weight: 400;">Pico das Agulhas Negras</span></a><span style="font-weight: 400;">, mais alto do estado do Rio de Janeiro, e o imponente </span><a href="https://etrilhas.com.br/trilhas/maci-o-das-prateleiras"><span style="font-weight: 400;">Maciço das Prateleiras</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<figure id="attachment_1564" aria-describedby="caption-attachment-1564" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1564 size-full" title="Cachoeira Véu da Noiva - Parque Nacional do Itatiaia" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2-1.png" alt="Cachoeira Véu da Noiva - Foto: Parque Nacional do Itatiaia" width="700" height="485" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2-1.png 700w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2-1-300x208.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2-1-24x17.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2-1-36x25.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image2-1-48x33.png 48w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-1564" class="wp-caption-text">Cachoeira Véu da Noiva &#8211; Foto: Parque Nacional do Itatiaia</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O Parque Nacional do Itatiaia é dividido em dois setores: parte alta e parte baixa. Mapas para ambas as partes podem ser encontrados no </span><a href="https://parquedoitatiaia.tur.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">site oficial do Parque</span></a><span style="font-weight: 400;">. Além das atrações já mencionadas, o visitante ainda tem acesso a diversos outros atrativos, como o famoso Mirante do Último Adeus, a Piscina do Maromba, a Cachoeira Véu da Noiva, o Abrigo Rebouças, procurado por quem vai pernoitar, dentre muitos outros. Para os mais corajosos, também há a opção de fazer a </span><a href="https://etrilhas.com.br/trilhas/travessia-da-serra-negra"><span style="font-weight: 400;">Travessia da Serra Negra</span></a><span style="font-weight: 400;">.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Parte Baixa do Parque é a mais visitada. Ela abriga diversos rios e cachoeiras próprios para banho e conta com maior estrutura para visitação, sendo nela que se situa o Centro de Visitantes do Parque Nacional do Itatiaia. Já a parte alta, mais selvagem, é onde ficam os campos de altitude. Ela ainda serve de berço para nascentes de 12 bacias hidrográficas importantes.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">O Pico das Agulhas Negras</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Com 2.791 m de altitude, o Pico das Agulhas Negras é o ponto mais alto do Parque Nacional do Itatiaia, e também do Estado do Rio de Janeiro, sendo o cume do famoso Maciço das Agulhas Negras. A subida é difícil e recomendada apenas para montanhistas experientes, sendo obrigatória a contratação de um guia credenciado oficial do Parque.</span></p>
<figure id="attachment_1565" aria-describedby="caption-attachment-1565" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1565 size-large" title="Subida para o Pico das Agulhas Negras - Parque Nacional do Itatiaia" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1-768x1024.png" alt="Subida para o Pico das Agulhas Negras - Foto: Entre Parques BR" width="768" height="1024" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1-768x1024.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1-225x300.png 225w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1-18x24.png 18w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1-27x36.png 27w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1-36x48.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image1-1.png 1152w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-1565" class="wp-caption-text">Subida para o Pico das Agulhas Negras &#8211; Foto: Entre Parques BR</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O acesso ao Pico é feito a partir do Abrigo Rebouças e há uma limitação diária de cerca de 80 pessoas. Com uma exposição ao sol alta e de orientação difícil, a subida íngreme ainda conta com um momento de escalada. A recompensa é um visual único da Serra da Mantiqueira.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">O Maciço das Prateleiras</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">O Parque Nacional do Itatiaia também abriga o Maciço das Prateleiras. Lá do alto, é possível avistar a linda geografia da região e seus arredores, como o Vale do Paraíba, a Pedra da Tartaruga, a Pedra da Maçã e a Pedra Assentada.</span></p>
<figure id="attachment_1566" aria-describedby="caption-attachment-1566" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1566 size-full" title="Maciço das Prateleiras - Parque Nacional do Itatiaia" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-1.png" alt="Maciço das Prateleiras - Foto: Parque Nacional do Itatiaia" width="700" height="485" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-1.png 700w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-1-300x208.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-1-24x17.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-1-36x25.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image4-1-48x33.png 48w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-1566" class="wp-caption-text">Maciço das Prateleiras &#8211; Foto: Parque Nacional do Itatiaia</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A subida do Maciço das Prateleiras é difícil e recomendada apenas para pessoas com experiência. Há uma limitação de 80 pessoas por dia para o ataque ao cume, sendo que para a base do Maciço são permitidos 120 visitantes. A Cachoeira das Flores é um atrativo que pode ser acessado por quem vai subir o Maciço das Prateleiras.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">Visitando o Parque Nacional do Itatiaia</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A parte baixa do Parque funciona diariamente das 08 às 17h, enquanto que na parte alta o ingresso é permitido entre 07h e 14h, com a permanência permitida até às 18h. A exceção é para a prática de observação de aves, que pode permitir o ingresso no Parque a partir das 05h. É importante ressaltar que as cachoeiras podem ser interditadas por razões de segurança em caso de chuvas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ingresso para residentes no Brasil custa R$ 23,00, sendo que há gratuidade para menores de 12 e maiores de 60 anos. Além disso, há taxas diferenciadas para moradores do entorno do Parque, assim como de países que fazem parte do Mercosul. Detalhes sobre aquisição de ingressos também podem ser encontrados no </span><a href="https://parquedoitatiaia.tur.br/ingressos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">site do Parque</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_1567" aria-describedby="caption-attachment-1567" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1567 size-large" title="Mirante do Último Adeus - Parque Nacional do Itatiaia" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1-1024x768.png" alt="Mirante do Último Adeus - Foto: Entre Parques BR" width="1024" height="768" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1-1024x768.png 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1-300x225.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1-768x576.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1-24x18.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1-36x27.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1-48x36.png 48w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/03/image3-1.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1567" class="wp-caption-text">Mirante do Último Adeus &#8211; Foto: Entre Parques BR</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou do Parque Nacional do Itatiaia? Pois saiba que há um artigo do </span><a href="https://entreparquesbr.com.br/itatiaia/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Entre Parques BR</span></a><span style="font-weight: 400;"> que conta a experiência de visitação com uma riqueza de detalhes sobre cada cantinho desse paraíso! E se for visitar, não se esqueça de saber </span><a href="https://etrilhas.com.br/blog/como-minimizar-o-impacto-ambiental-ao-visitar-areas-naturais-"><span style="font-weight: 400;">como minimizar seu impacto ambiental ao visitar áreas naturais</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros: uma joia do cerrado</title>
		<link>https://etrilhas.co/parque-nacional-da-chapada-dos-veadeiros-uma-joia-do-cerrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é uma das mais belas maravilhas do cerrado brasileiro. Com mais de 240 mil hectares de área, o Parque foi criado em 1961 e é considerado pela UNESCO Patrimônio Mundial Natural da Humanidade. Ele abriga espécies únicas de fauna e flora típicas do bioma, paisagens de tirar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://etrilhas.com.br/unidades-de-conservacao/parque_nacional_da_chapada_dos_veadeiros"><span style="font-weight: 400;">Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros</span></a><span style="font-weight: 400;"> é uma das mais belas maravilhas do cerrado brasileiro. Com mais de 240 mil hectares de área, o Parque foi criado em 1961 e é considerado pela UNESCO Patrimônio Mundial Natural da Humanidade. Ele abriga espécies únicas de fauna e flora típicas do bioma, paisagens de tirar o fôlego e muitas, muitas nascentes que formam rios e cachoeiras próprios para banho e que alimentam a Bacia Hidrográfica do Rio Tocantins.</span></p>
<figure id="attachment_1572" aria-describedby="caption-attachment-1572" style="width: 769px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1572 size-large" title="Vale da Lua - Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1641332784698-DSCN4297-769x1024.jpg" alt="Vale da Lua - Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros" width="769" height="1024" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1641332784698-DSCN4297-769x1024.jpg 769w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1641332784698-DSCN4297-225x300.jpg 225w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1641332784698-DSCN4297-768x1023.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1641332784698-DSCN4297-18x24.jpg 18w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1641332784698-DSCN4297-27x36.jpg 27w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1641332784698-DSCN4297-36x48.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1641332784698-DSCN4297.jpg 1113w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /><figcaption id="caption-attachment-1572" class="wp-caption-text">Vale da Lua &#8211; Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">As antigas rotas antes usadas por garimpeiros, agora são abertas à visitação, onde o público pode fazer trilhas, mergulhar em cachoeiras e tirar lindas fotos. O que antes era destruição foi agora convertido em conservação.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">Como Chegar e Funcionamento</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Três cidades compõem o entorno do Parque: Alto Paraíso de Goiás, Vila de São Jorge e Cavalcante. Alto Paraíso, a mais famosa, fica a cerca de 3 horas de carro de Brasília. A entrada do Parque fica na Vila de São Jorge, que fica a cerca de 32km de Alto Paraíso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ingresso de acesso ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros custa R$ 40,00 (valor da inteira), e também há uma taxa para estacionamento. O acesso é permitido das 8h da manhã ao meio-dia, e a permanência é permitida até às 18h.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">O que fazer</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros abriga quatro trilhas principais, que podem ser visitadas com 3 ou 4 dias: </span><a href="https://etrilhas.com.br/trilhas/trilha-dos-saltos---corredeiras"><span style="font-weight: 400;">Trilha dos Saltos</span></a><span style="font-weight: 400;">, Trilha dos Cânions, Trilha da Seriema e Travessia das Sete Quedas. </span></p>
<figure id="attachment_1573" aria-describedby="caption-attachment-1573" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1573 size-full" title="Trilha dos Saltos - Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1676663021791-43a15bc0-f1d8-46ff-995f-fa793ccdb740.jpg" alt="Trilha dos Saltos - Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros" width="1000" height="563" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1676663021791-43a15bc0-f1d8-46ff-995f-fa793ccdb740.jpg 1000w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1676663021791-43a15bc0-f1d8-46ff-995f-fa793ccdb740-300x169.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1676663021791-43a15bc0-f1d8-46ff-995f-fa793ccdb740-768x432.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1676663021791-43a15bc0-f1d8-46ff-995f-fa793ccdb740-800x450.jpg 800w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1676663021791-43a15bc0-f1d8-46ff-995f-fa793ccdb740-24x14.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1676663021791-43a15bc0-f1d8-46ff-995f-fa793ccdb740-36x20.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1676663021791-43a15bc0-f1d8-46ff-995f-fa793ccdb740-48x27.jpg 48w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-1573" class="wp-caption-text">Trilha dos Saltos &#8211; Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A famosa Trilha dos Saltos leva o visitante aos Saltos do Rio Preto e às Corredeiras, sendo uma trilha pesada, com 11 km de trajeto (ida e volta) e leva cerca de 5h para ser percorrida. Há a opção de fazer apenas o trecho das Corredeiras, sendo a trilha moderada. Já a Trilha da Seriema é plana, com trajeto de apenas 800m (ida e volta) e leva até um córrego onde é possível tomar banho, dependendo da época do ano.</span></p>
<figure id="attachment_1574" aria-describedby="caption-attachment-1574" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1574 size-full" title="Trilha dos Cânions - Foto: Vida Sem Paredes." src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/Vida-sem-Paredes-Atracoes-Chapada-dos-Veadeiros-7.jpg" alt="Trilha dos Cânions - Foto: Vida Sem Paredes." width="800" height="600" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/Vida-sem-Paredes-Atracoes-Chapada-dos-Veadeiros-7.jpg 800w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/Vida-sem-Paredes-Atracoes-Chapada-dos-Veadeiros-7-300x225.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/Vida-sem-Paredes-Atracoes-Chapada-dos-Veadeiros-7-768x576.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/Vida-sem-Paredes-Atracoes-Chapada-dos-Veadeiros-7-24x18.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/Vida-sem-Paredes-Atracoes-Chapada-dos-Veadeiros-7-36x27.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/Vida-sem-Paredes-Atracoes-Chapada-dos-Veadeiros-7-48x36.jpg 48w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1574" class="wp-caption-text">Trilha dos Cânions &#8211; Foto: Vida Sem Paredes.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros também abriga a magnífica Trilha dos Cânions. Com 12 km de percurso, ida e volta, requer bastante atenção por passar em terrenos pedregosos e molhados. Por sua vez, a Travessia das Sete Quedas leva de dois a três dias para ser completada, o que naturalmente requer autorização para pernoite no Parque. São 23 km do início até o final e a Travessia termina já fora dos limites do Parque.</span></p>
<figure id="attachment_1575" aria-describedby="caption-attachment-1575" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1575 size-full" title="Loquinhas - Foto: Só Quero Viajar." src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1176a0_2b2dfad928fb418c81decdbb409c0c41_mv2.jpg" alt="Loquinhas - Foto: Só Quero Viajar." width="640" height="854" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1176a0_2b2dfad928fb418c81decdbb409c0c41_mv2.jpg 640w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1176a0_2b2dfad928fb418c81decdbb409c0c41_mv2-225x300.jpg 225w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1176a0_2b2dfad928fb418c81decdbb409c0c41_mv2-18x24.jpg 18w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1176a0_2b2dfad928fb418c81decdbb409c0c41_mv2-27x36.jpg 27w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2023/04/1176a0_2b2dfad928fb418c81decdbb409c0c41_mv2-36x48.jpg 36w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-1575" class="wp-caption-text">Loquinhas &#8211; Foto: Só Quero Viajar.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda diversas atrações famosas na Chapada dos Veadeiros, mas fora do parque, como o </span><a href="https://etrilhas.com.br/trilhas/vale-da-lua"><span style="font-weight: 400;">Vale da Lua</span></a><span style="font-weight: 400;">, cartão postal da Chapada, as </span><a href="https://etrilhas.com.br/trilhas/loquinhas"><span style="font-weight: 400;">Loquinhas</span></a><span style="font-weight: 400;">, poços de cores deslumbrantes, o selvagem </span><a href="https://etrilhas.com.br/trilhas/raizama"><span style="font-weight: 400;">Raizama</span></a><span style="font-weight: 400;"> e muito mais. Por se situarem em propriedades particulares, o acesso à essas atrações é mediando pagamento de uma taxa, cobrada pelo proprietário do local.</span></p>
<h1><span style="font-weight: 400;">O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros te espera!</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Se interessou por essa verdadeira joia? Então agora é a hora de começar a planejar sua visita. É importante ter em mente que o Parque e suas atrações têm um limite de visitantes diários, de acordo com a trilha que você vai fazer. É justamente por isso que o acesso é apenas até o meio-dia. Isso é feito para a preservação do meio-ambiente, para proteger um local e um bioma tão importante para a biodiversidade brasileira. E por falar nisso, você já sabe</span><a href="https://etrilhas.com.br/blog/como-minimizar-o-impacto-ambiental-ao-visitar-areas-naturais-"><span style="font-weight: 400;"> como visitar áreas naturais causando o mínimo de impacto</span></a><span style="font-weight: 400;">?</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Cicloturismo como ferramenta de conservação, uso público e desenvolvimento territorial</title>
		<link>https://etrilhas.co/cicloturismo-ferramenta-conservacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:44:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[por Luiz Saldanha O cicloturismo não se define apenas pelo estereótipo já reconhecido da cicloviagem, na qual a bicicleta é o principal modo de transporte em uma viagem com pernoites em diferentes localidades. O termo abrange quaisquer atividades recreativas utilizando a bicicleta, ou seja, qualquer uso com motivação de turismo e de lazer dentro e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>por Luiz Saldanha</h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O cicloturismo não se define apenas pelo estereótipo já reconhecido da cicloviagem, na qual a bicicleta é o principal modo de transporte em uma viagem com pernoites em diferentes localidades. O termo abrange quaisquer atividades recreativas utilizando a bicicleta, ou seja, qualquer uso com motivação de turismo e de lazer dentro e fora da região de residência de seu praticante é considerado cicloturismo. Assim, o cicloturismo envolve desde passeios urbanos e rurais a trilhas de ciclismo de montanha (</span><i><span style="font-weight: 400;">mountain bike</span></i><span style="font-weight: 400;">) em áreas naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta amplitude do termo nos permite compreender que o cicloturismo pode ocorrer e ser promovido de maneiras distintas: seja de forma autônoma ou guiada, seja de forma solitária ou acompanhada, e seja até mesmo para participar de eventos ciclísticos de qualquer natureza (competitivo profissional ou amador e contemplativo). Todo o tipo de terreno pode ser usado para se realizar cicloturismo, e a escolha de um ou de uma mistura deles influencia em toda a experiência da atividade: estradas asfaltadas, estradas de terra, trilhas simples ou acidentadas e até mesmo solos arenosos, como praias e dunas. Diferentes modelos de bicicleta com distinção nos quadros, suspensão e rodas, por exemplo, existem para se adaptar a cada realidade encontrada.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2639 size-large" title="O cicloturismo não se define apenas pelo estereótipo já reconhecido da cicloviagem" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/MG_4715-1024x683.jpg" alt="O cicloturismo não se define apenas pelo estereótipo já reconhecido da cicloviagem" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/MG_4715-1024x683.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/MG_4715-300x200.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/MG_4715-768x512.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/MG_4715-1536x1024.jpg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/MG_4715-2048x1365.jpg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/MG_4715-24x16.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/MG_4715-36x24.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/MG_4715-48x32.jpg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os benefícios do cicloturismo são bem conhecidos, sendo uma atividade que promove a saúde e sociabilidade de quem a pratica, permite o desenvolvimento da economia local e fomenta a restauração ambiental. Além de estimular o contato direto com a natureza, a bicicleta aproxima seus usuários às pessoas nos arredores por onde passa, capilarizando a distribuição de renda em comércios e serviços como padarias, mercados e oficinas de bicicleta. Quando feito com o manejo adequado em áreas naturais, as trilhas para bicicleta são importantes ferramentas para regeneração dos ecossistemas da região. </span></p>
<h2><b>Cicloturismo nas Unidades de Conservação</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O lançamento do <a href="https://aliancabike.org.br/guia-sinalizacao-rotas-cicloturismo/" target="_blank" rel="noopener"><em>Guia de sinalização de rotas de cicloturismo e de trilhas de ciclismo de montanha</em></a>, em junho de 2025, evidencia o posicionamento do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em favor do uso público por bicicletas em Unidades de Conservação (UCs), alinhando-se a uma tendência que vem se consolidando  desde a pandemia. Em muitos casos, o uso da bicicleta já ocorre de forma espontânea nessas áreas, mas é preciso evidenciar seus benefícios socioambientais,organizar e qualificar sua operacionalização de forma planejada e segura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <em>Guia</em>, publicado pelo órgão federal em parceria com instituições de ampla atuação nacional pela causa da bicicleta como a Aliança Bike, a Rede Brasileira de Trilhas e o Observatório do Cicloturismo, tem como objetivo orientar a implantação de roteiros de ciclismo seguros e bem-sinalizados por todo o território brasileiro. Ao abordar a padronização nacional da sinalização desde sua concepção, as etapas expostas pelo documento partem do princípio de que a rota já deve ter um planejamento prévio e traçado definido, com envolvimento de atores locais para engajamento no processo de implantação da sinalização e para sua futura governança.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2640 size-large" title="Cicloturismo nas Unidades de Conservação" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0342-1024x683.jpg" alt="Cicloturismo nas Unidades de Conservação" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0342-1024x683.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0342-300x200.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0342-768x512.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0342-1536x1024.jpg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0342-2048x1365.jpg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0342-24x16.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0342-36x24.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_0342-48x32.jpg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><b>Se organizar direitinho, todo mundo pedala</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em muitos casos, há uma boa convivência entre ciclistas e gestores de UCs, muitas vezes a própria equipe técnica e guarda-parques utilizam a bicicleta para recreação ou deslocamentos diários dentro e no entorno destas áreas. Contudo, muitos conflitos que envolvem o uso da bicicleta podem ser solucionados com diálogos e ações colaborativas. Estes conflitos podem ser entre ciclistas e pedestres, motociclistas, motoristas de carro e até mesmo junto aos gestores diretamente. Apesar de cada caso possuir sua particularidade, as soluções podem assumir dinâmicas similares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do lado dos ciclistas, faz-se relevante se aproximar de quem toma as decisões na UC para apresentar demandas e sugerir soluções. Nestas interações, é importante lembrar que para além de ser uma prática corporal que envolve a atividade física com relacionamentos sociais marcantes (em especial na constituição dos grupos de pedal), o cicloturismo proporciona um fluxo de visitação de baixo impacto que ajuda a coibir usos indevidos nestas localidades como caça, queimadas e outros atos criminosos. Por sua vez, é importante que os ciclistas também tenham uma abertura para escutar sobre as preocupações, diretrizes de uso público e limitações impostas, buscando convergir para soluções e iniciativas em conjunto.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2641 size-large" title="o cicloturismo proporciona um fluxo de visitação de baixo impacto" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-683x1024.jpg" alt="o cicloturismo proporciona um fluxo de visitação de baixo impacto" width="683" height="1024" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-683x1024.jpg 683w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-200x300.jpg 200w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-768x1152.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-1024x1536.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-1365x2048.jpg 1365w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-16x24.jpg 16w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-24x36.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-32x48.jpg 32w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3377-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É fundamental que os gestores de UCs compreendam a bicicleta como um instrumento de uso público favorável para estratégias de conservação. Enquanto o uso de motos em trilhas causa erosão e poluição sonora, as trilhas para bicicletas exigem um manejo relativamente simples que ainda ajuda na própria restauração da vegetação e drenagem de córregos e águas da chuva. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando há o conflito de ciclistas e caminhantes, em especial quando causado pela alta velocidade das bicicletas nas trilhas compartilhadas, deve-se considerar a abertura de trilhas paralelas que permitam os respectivos usos exclusivos – como foi feito no Parque Nacional da Tijuca (PNT), que chegou a impedir o uso de bicicleta nas trilhas e hoje possui uma quantidade significativa e variada de trilhas exclusivas para a prática do ciclismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda, a população do entorno de trilhas e roteiros de bicicleta consolidados se beneficiam tanto com a possibilidade de geração de renda, quanto pelo acesso a uma nova atividade de lazer ao ar livre ou a um caminho mais seguro para se deslocar no dia a dia.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-2642" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3417-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3417-1024x683.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3417-300x200.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3417-768x512.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3417-1536x1024.jpg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3417-2048x1365.jpg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3417-24x16.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3417-36x24.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3417-48x32.jpg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><b>Cicloturismo nos parques estaduais fluminenses</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No estado do Rio de Janeiro, tem-se os destaques para o uso público por bicicleta do PNT e do Parque da Cidade de Niterói (PARNIT). Em ambos os parques, há uma infraestrutura bem consolidada e um fluxo considerável de ciclistas durante todos os dias da semana. No âmbito da gestão estadual, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) é reconhecido nacionalmente pelos programas de visitação aos parques, como <em>Vem passarinhar</em>, <em>Vem caminhar</em>, <em>Vem ver o céu</em> e, é claro, o <em>Vem pedalar</em>. Este último promove a visitação das UCs do estado do Rio por meio de eventos ciclísticos contemplativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os eventos não limitam apenas a categorias de UCs que permitem a realização de passeios dentro de seus limites, como o caso dos parques estaduais, mas também envolvem o entorno de unidades que restringem integralmente o uso público, especialmente em reservas biológicas. Ressaltam-se os exemplos de eventos no entorno da Reserva Biológica de Araras e na APA Estadual do Alto Iguaçu , os quais mobilizaram ciclistas de diferentes municípios e aqueceram a economia local de seus arredores.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-2643" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-683x1024.jpg" alt="" width="683" height="1024" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-683x1024.jpg 683w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-200x300.jpg 200w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-768x1152.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-1024x1536.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-1365x2048.jpg 1365w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-16x24.jpg 16w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-24x36.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-32x48.jpg 32w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/04/IMG_3280-scaled.jpg 1706w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Projeto Roteiros, que vem sendo executado pela eTrilhas, tem como objetivo <a href="https://etrilhas.co/turismo-de-base-comunitaria-nos-parques-do-rj/">fortalecer a sustentabilidade econômica</a> de algumas UCs estaduais por meio do desenvolvimento de produtos turísticos estruturados, promovendo a geração de renda, a valorização dos territórios e a organização da visitação.  Nesta contexto, pretende fortalecer as atividades de cicloturismo como um dos pilares para o fomento do uso público. Trilhas de </span><i><span style="font-weight: 400;">mountain bike </span></i><span style="font-weight: 400;">são bastante utilizadas por ciclistas do entorno no Parque Estadual da Pedra Branca (no município do Rio de Janeiro) e no Parque Estadual da Serra da Tiririca (nos municípios de Niterói e Maricá). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto isso, rotas de cicloturismo consolidadas e em desenvolvimento foram identificadas no entorno do Parque Estadual do Cunhambebe, do Parque Estadual do Desengano e do Parque Estadual dos Três Picos. Neste último, há um trecho da Rota Serra Verde Imperial que atravessa a UCs por uma de suas trilhas internas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia é que, ao fortalecer os laços com ciclistas que já frequentam a região, ao trazer novos ciclistas a conhecerem estas localidades e seus entornos e ao demonstrar para a população lindeira das UCs que o cicloturismo traz muitos benefícios para baixos impactos, seja criada uma sinergia para a perpetuação e aprimoramento da atividade junto aos gestores e equipes técnicas. Assim, o projeto busca consolidar o cicloturismo como uma estratégia integrada de conservação, uso público e desenvolvimento territorial.</span></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Afroturismo em áreas protegidas: Natureza e valorização de territórios negros</title>
		<link>https://etrilhas.co/afroturismo-em-areas-protegidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[por Thaís Rosa Pinheiro O Afroturismo é uma vertente do turismo que propõe roteiros e experiências centrados na história e na cultura da afrodiáspora. No Brasil, a prática tem como foco a valorização de patrimônios, saberes e expressões culturais afro-brasileiras, sendo protagonizada por pessoas negras e comunidades tradicionais. Além de impulsionar a economia local, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>por Thaís Rosa Pinheiro</h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O Afroturismo é uma vertente do turismo que propõe roteiros e experiências centrados na história e na cultura da afrodiáspora. No Brasil, a prática tem como foco a valorização de patrimônios, saberes e expressões culturais afro-brasileiras, sendo protagonizada por pessoas negras e comunidades tradicionais. Além de impulsionar a economia local, o Afroturismo se consolida como ferramenta educativa, promovendo o reconhecimento da herança africana na formação da sociedade brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa inclui visitas a patrimônios históricos, povos de terreiro e comunidades quilombolas, fortalecendo a sustentabilidade dos territórios e estimulando a reconexão com identidades e memórias coletivas. Também contribui para processos formativos voltados à equidade racial, ao desenvolvimento econômico e à promoção de práticas antirracistas (MTur, 2025).</span></p>
<figure id="attachment_2624" aria-describedby="caption-attachment-2624" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2624 size-large" title="O afroturismo tem como foco a valorização de patrimônios, saberes e expressões culturais afro-brasileiras" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6373-1024x683.png" alt="O afroturismo tem como foco a valorização de patrimônios, saberes e expressões culturais afro-brasileiras" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6373-1024x683.png 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6373-300x200.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6373-768x512.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6373-1536x1024.png 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6373-2048x1365.png 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6373-24x16.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6373-36x24.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6373-48x32.png 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2624" class="wp-caption-text">Foto: Miguel Pinheiro</figcaption></figure>
<p>No contexto das áreas protegidas, essa abordagem tensiona uma narrativa ainda predominante no país: a de que as Unidades de Conservação são espaços exclusivamente naturais, dissociados da presença humana. Essa visão, historicamente difundida, acaba por invisibilizar o protagonismo de populações negras que, há séculos, habitam, manejam e preservam esses territórios.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comunidades quilombolas e grupos tradicionais de matriz africana desenvolveram modos de vida profundamente integrados à natureza, baseados em saberes ancestrais e práticas sustentáveis que articulam conservação ambiental, cultura e identidade. </span></p>
<h2>Afroturismo em áreas protegidas</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas áreas protegidas brasileiras, a narrativa predominante ainda associa conservação ambiental à ausência de presença humana. No entanto, essa perspectiva ignora uma dimensão fundamental da história do país: a presença e o protagonismo de comunidades negras que, há séculos, habitam, cuidam e constroem esses territórios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para comunidades negras tradicionais, a natureza não é apenas recurso — é território de vida, memória e espiritualidade. O uso de plantas medicinais, as práticas agrícolas ancestrais e a relação com rios, matas e montanhas expressam uma cosmovisão na qual cultura e natureza são inseparáveis. Esses modos de vida revelam conhecimentos sofisticados sobre biodiversidade, nutrição e sustentabilidade, transmitidos de geração em geração.</span></p>
<figure id="attachment_2625" aria-describedby="caption-attachment-2625" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2625 size-large" title="Afroturismo em áreas protegidas" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6317-1024x683.png" alt="Afroturismo em áreas protegidas" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6317-1024x683.png 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6317-300x200.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6317-768x512.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6317-1536x1024.png 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6317-2048x1365.png 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6317-24x16.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6317-36x24.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/miguelpinheiro-grotao-6317-48x32.png 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2625" class="wp-caption-text">Foto: Miguel Pinheiro</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, o Afroturismo surge como estratégia de valorização histórica, cultural e econômica. A proposta reposiciona as comunidades como sujeitas históricas e guardiãs do território, e não como obstáculos à conservação. Ao evidenciar trajetórias de resistência, ancestralidade e pertencimento, contribui para o reconhecimento dessas populações como parte indissociável da paisagem cultural e ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A força das manifestações afro-brasileiras é central para o turismo no país. Festas e celebrações populares, expressões de espiritualidade, música, dança e gastronomia compõem parte significativa dos atrativos turísticos nacionais. A culinária de matriz africana, por exemplo, carrega saberes, memórias e técnicas tradicionais que articulam ingredientes locais, preparo coletivo e respeito aos ciclos da natureza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Afroturismo, a experiência do visitante vai além da contemplação da biodiversidade. Por meio de visitas guiadas, roteiros de memória, narrativas de moradores locais e vivências culturais, o território é apresentado também em sua dimensão histórica, social e simbólica. A experiência turística passa a se construir a partir de patrimônios imateriais: saberes sobre plantas medicinais, histórias de resistência, festividades e práticas culturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando estruturado de forma participativa e comunitária, o Afroturismo se consolida como instrumento de geração de renda, fortalecimento identitário e valorização histórica. Permite que as próprias comunidades contem suas trajetórias, definam suas narrativas e estabeleçam os limites éticos da visitação. Mais do que atividade econômica, transforma-se em ferramenta de educação patrimonial, ambiental e antirracista.</span></p>
<h2>Projeto Roteiros e a valorização do Afroturismo</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://www.inea.rj.gov.br/inea-lanca-projeto-inovador-para-impulsionar-a-criacao-de-roteiros-de-ecoturismo-turismo-rural-e-turismo-de-base-comunitaria/" target="_blank" rel="noopener">Projeto Roteiros</a> é uma iniciativa do Instituto Estadual do Ambiente do estado do Rio de Janeiro (<a href="https://www.inea.rj.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Inea</a>), por meio da Diretoria de Biodiversidade, Áreas Protegidas e Ecossistemas (DIRBAPE), através de sua Gerência de Visitação, Negócios e Sustentabilidade (GERVINS), executado pela <a href="https://etrilhas.co/a-empresa/">eTrilhas Projetos LTDA</a> e financiado com recursos de compensação ambiental por meio do Fundo da Mata Atlântica sob gestão do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (<a href="https://www.funbio.org.br/" target="_blank" rel="noopener">FUNBIO</a>).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Projeto está inserido no âmbito do Programa de Apoio à Sustentabilidade Econômica das Unidades de Conservação estaduais e tem como objetivo apoiar a sustentabilidade econômica das mesmas por meio de ações que promovam a geração de renda, o desenvolvimento local e a ampliação da oferta de produtos e serviços voltados ao turismo de natureza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No estado do Rio de Janeiro, o Projeto abrange cinco parques estaduais que possuem, em seus limites ou entorno, comunidades tradicionais, sobretudo quilombolas. No Parque Estadual da Pedra Branca estão as comunidades Quilombo Cafundá Astrogilda, Quilombo Dona Bilina e Quilombo do Camorim. No Parque Estadual da Serra da Tiririca, localiza-se o Quilombo do Grotão. Já no Parque Estadual Cunhambebe encontram-se as comunidades quilombolas do Alto da Serra, Santa Justina e Santa Isabel, além do Quilombo do Bracuí. No Parque Estadual do Desengano, as comunidades quilombolas do Aleluia, do Cambucá, e do Batatal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses territórios são atravessados por histórias de resistência negra. Reconhecer sua presença é afirmar que a conservação da natureza, no Brasil, sempre esteve associada às práticas e aos modos de vida dessas populações. </span><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, o Projeto busca viabilizar a <a href="https://etrilhas.co/turismo-de-base-comunitaria-nos-parques-do-rj/">valorização do Turismo de Base Comunitária</a> nos parques estaduais fluminenses.</span></p>
<figure id="attachment_2626" aria-describedby="caption-attachment-2626" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2626 size-large" title="Afroturismo: Samba e feijoada com a comunidade do Quilombo do Grotão, no Parque Estadual da Serra da Tiririca" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-1024x1024.png" alt="Afroturismo: Samba e feijoada com a comunidade do Quilombo do Grotão, no Parque Estadual da Serra da Tiririca" width="1024" height="1024" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-1024x1024.png 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-300x300.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-150x150.png 150w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-768x768.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-1536x1536.png 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-2048x2048.png 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-600x600.png 600w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-24x24.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-36x36.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-48x48.png 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2626" class="wp-caption-text">Afroturismo: Samba e feijoada com a comunidade do Quilombo do Grotão, no Parque Estadual da Serra da Tiririca &#8211; Foto: Miguel Pinheiro / Acervo Conectando Territórios</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao integrar conservação ambiental, valorização cultural e direito à memória, o Afroturismo contribui para a democratização do acesso à história negra e reforça a compreensão de que não há justiça ambiental sem justiça racial. Em áreas protegidas, representa a possibilidade de reconciliar preservação da natureza com reconhecimento histórico, garantindo que comunidades negras possam existir, narrar suas histórias e construir caminhos de desenvolvimento alinhados aos seus próprios valores e modos de vida.</span></p>
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			</item>
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		<title>Turismo de Base Comunitária ganha força nos Parques do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://etrilhas.co/turismo-de-base-comunitaria-nos-parques-do-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[por Ingrid Pena Cada vez mais presente nas Unidades de Conservação (UCs) do estado do Rio de Janeiro, o Turismo de Base Comunitária (TBC) vem se consolidando como uma alternativa ao modelo convencional de turismo. Centrado no protagonismo das comunidades anfitriãs, o TBC propõe uma forma de visitar territórios protegidos que alia conservação ambiental, valorização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6>por Ingrid Pena</h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada vez mais presente nas Unidades de Conservação (UCs) do estado do Rio de Janeiro, o Turismo de Base Comunitária (TBC) vem se consolidando como uma alternativa ao modelo convencional de turismo. Centrado no protagonismo das comunidades anfitriãs, o TBC propõe uma forma de visitar territórios protegidos que alia conservação ambiental, valorização cultural e geração de renda local.</span></p>
<figure id="attachment_2629" aria-describedby="caption-attachment-2629" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2629 size-large" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-14-at-21.46.30-1024x682.jpeg" alt="Turismo de Base Comunitária presente nas Unidades de Conservação fluminenses" width="1024" height="682" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-14-at-21.46.30-1024x682.jpeg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-14-at-21.46.30-300x200.jpeg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-14-at-21.46.30-768x512.jpeg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-14-at-21.46.30-1536x1023.jpeg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-14-at-21.46.30-24x16.jpeg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-14-at-21.46.30-36x24.jpeg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-14-at-21.46.30-48x32.jpeg 48w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-14-at-21.46.30.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2629" class="wp-caption-text">Foto: Ingrid Pena</figcaption></figure>
<p>De acordo com a Política Nacional de Turismo de Base Comunitária (2023), o TBC é um modelo de organização e gestão que assegura a participação ativa das comunidades nos processos de planejamento, tomada de decisão, operação e repartição dos benefícios da atividade turística. Mais do que um segmento de mercado, trata-se de um paradigma alternativo de desenvolvimento, fundamentado na cooperação, na solidariedade, na hospitalidade e na valorização dos modos de vida locais.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Experiências brasileiras mostram que o turismo de base comunitária assume formatos diversos, adaptados aos contextos históricos, sociais e ambientais de cada território, contribuindo para o respeito à diversidade sociocultural e territorial do país.</span></p>
<h2><b>Turismo de Base Comunitária, onde comunidades tradicionais e conservação caminham juntas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Turismo de Base Comunitária, no contexto das Unidades de Conservação, é desenvolvido majoritariamente por comunidades tradicionais, rurais e por associações, cooperativas e coletivos comunitários. Nessas áreas, o turismo cumpre um papel estratégico ao articular a visitação com os objetivos de conservação ambiental e de salvaguarda do patrimônio sociocultural.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2617 size-large" title="O Turismo de Base Comunitária promove a valorização dos modos de vida de comunidades tradicionais" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1024x1024.png" alt="O Turismo de Base Comunitária promove a valorização dos modos de vida de comunidades tradicionais" width="1024" height="1024" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1024x1024.png 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-300x300.png 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-150x150.png 150w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-768x768.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1536x1536.png 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-2048x2048.png 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-600x600.png 600w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-24x24.png 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-36x36.png 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-48x48.png 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo diretrizes do ICMBio (2018), o Turismo de Base Comunitária em UCs é caracterizado pela gestão da visitação protagonizada pelas comunidades locais, promovendo benefícios coletivos, vivências interculturais, valorização da história e da cultura dos povos tradicionais e o uso sustentável dos recursos naturais para fins recreativos e educativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao fortalecer a conservação da sociobiodiversidade e estimular a participação social na gestão das áreas protegidas, o TBC contribui diretamente para os objetivos do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC). Além disso, favorece processos de educação ambiental, geração de renda complementar e fortalecimento da autonomia comunitária, desde que respeitados os limites ecológicos e as normas de uso público das UCs.</span></p>
<h2><b>Experiências quilombolas e comunitárias nos parques estaduais fluminenses</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos parques estaduais fluminenses, comunidades tradicionais vêm consolidando experiências de TBC articuladas à conservação ambiental, à valorização cultural e à permanência digna no território. No entorno do Parque Estadual do Cunhambebe, o Quilombo do Alto da Serra do Mar alia agricultura tradicional, transmissão de saberes e recepção de visitantes interessados em seus modos de vida. No Parque Estadual da Pedra Branca, os quilombos Cafundá-Astrogilda e Dona Bilina se destacam por iniciativas de turismo pedagógico, ações culturais, ecomuseus e empreendimentos gastronômicos protagonizados por mulheres. Já no Parque Estadual do Desengano, comunidades quilombolas articulam agroecologia, condução de trilhas e valorização da culinária tradicional, integrando conservação da natureza e geração de renda.</span></p>
<figure id="attachment_2615" aria-describedby="caption-attachment-2615" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-2615" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-1024x1024.jpg" alt="Comunidades tradicionais caracterizam o Turismo de Base Comunitária no estado do Rio de Janeiro" width="1024" height="1024" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-1024x1024.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-300x300.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-150x150.jpg 150w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-768x768.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-1536x1536.jpg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-2048x2048.jpg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-600x600.jpg 600w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-24x24.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-36x36.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/BeFunky-collage-1-48x48.jpg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2615" class="wp-caption-text">O Quilombo Dona Bilina e o Quilombo do Alto da Serra do Mar são exemplos de comunidades tradicionais fluminenses</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">No entorno do Parque Estadual da Serra da Tiririca e da Reserva Extrativista Marinha de Itaipu, quilombolas e pescadores fortalecem redes de resistência por meio de feiras, eventos e vivências culturais, passeios interpretativos e ações de educação ambiental. Apesar dos avanços, persistem desafios fundiários, jurídicos e institucionais, evidenciando a necessidade de políticas integradas e de longo prazo. Nesse cenário, o Projeto Roteiros atua na qualificação, na articulação e na ampliação da visibilidade dessas experiências, fortalecendo o TBC como estratégia de geração de renda, proteção da sociobiodiversidade e afirmação dos territórios tradicionais.</span></p>
<h2><b>Projeto Roteiros aposta no protagonismo comunitário</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É nesse cenário que se insere o Projeto Roteiros, que dialoga diretamente com os princípios do Turismo de Base Comunitária ao reconhecer e valorizar o protagonismo das comunidades locais na construção, organização e operação das experiências turísticas em seus territórios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa integra o Programa de Sustentabilidade das Unidades de Conservação, conduzido pelo Instituto Estadual do Ambiente (<a href="https://www.inea.rj.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Inea</a>), com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (<a href="https://www.funbio.org.br/" target="_blank" rel="noopener">FUNBIO</a>), e tem como objetivo fortalecer o turismo sustentável, o empreendedorismo local e a conservação da biodiversidade.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2618 size-large" title="O Projeto Roteiros incentiva a estruturação do Turismo de Base Comunitária" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/IMG_5251-1024x683.jpg" alt="O Projeto Roteiros incentiva a estruturação do Turismo de Base Comunitária" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/IMG_5251-1024x683.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/IMG_5251-300x200.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/IMG_5251-768x512.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/IMG_5251-1536x1024.jpg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/IMG_5251-2048x1365.jpg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/IMG_5251-24x16.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/IMG_5251-36x24.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/03/IMG_5251-48x32.jpg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao <a href="https://etrilhas.co/projeto-roteiros-cartografia-social/">incentivar a estruturação de roteiros turísticos enraizados nas práticas produtivas locais e nas relações de pertencimento ao território</a>, o Projeto Roteiros reafirma o turismo como uma ferramenta estratégica de fortalecimento da identidade, da autonomia comunitária e do desenvolvimento local. Mais do que promover a visitação, a iniciativa busca qualificar experiências que estimulem o uso sustentável dos recursos naturais, a educação ambiental e a valorização da sociobiodiversidade presente nas áreas protegidas do estado, contribuindo para a conservação ambiental aliada à justiça social e ao reconhecimento dos modos de vida tradicionais.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>eTrilhas aplica Cartografia Social no âmbito do Projeto Roteiros</title>
		<link>https://etrilhas.co/projeto-roteiros-cartografia-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 00:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[Introdução à Cartografia Social A cartografia social constitui um instrumento metodológico relevante para o planejamento do uso público em parques, na medida em que integram conhecimentos locais e percepções territoriais que, em geral, não são captadas por levantamentos secundários ou por ferramentas de mapeamento convencionais, como plataformas digitais de georreferenciamento. Entendida como um processo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução à Cartografia Social</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A cartografia social constitui um instrumento metodológico relevante para o planejamento do uso público em parques, na medida em que integram conhecimentos locais e percepções territoriais que, em geral, não são captadas por levantamentos secundários ou por ferramentas de mapeamento convencionais, como plataformas digitais de georreferenciamento. Entendida como um processo de automapeamento que articula dimensões espaciais, simbólicas e culturais do território, a cartografia social permite identificar atrativos, pontos de memória, vivências comunitárias e saberes relevantes, fortalecendo identidades coletivas e ampliando o entendimento sobre o uso público em Unidades de Conservação (UCs). Ao reconhecer e sistematizar os saberes locais, a cartografia social contribui para a construção de decisões mais contextualizadas e aderentes às realidades territoriais.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2604 size-large" title="Cartografia social aplicada no Projeto Roteiros" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5583-1024x682.jpeg" alt="Cartografia social aplicada no Projeto Roteiros" width="1024" height="682" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5583-1024x682.jpeg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5583-300x200.jpeg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5583-768x512.jpeg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5583-1536x1024.jpeg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5583-2048x1365.jpeg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5583-24x16.jpeg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5583-36x24.jpeg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5583-48x32.jpeg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2>O Projeto Roteiros</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://www.inea.rj.gov.br/inea-lanca-projeto-inovador-para-impulsionar-a-criacao-de-roteiros-de-ecoturismo-turismo-rural-e-turismo-de-base-comunitaria/" target="_blank" rel="noopener">Projeto Roteiros</a> é uma iniciativa do Instituto Estadual do Ambiente do estado do Rio de Janeiro (<a href="https://www.inea.rj.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Inea</a>), por meio da Diretoria de Biodiversidade, Áreas Protegidas e Ecossistemas (DIRBAPE), através de sua Gerência de Visitação, Negócios e Sustentabilidade (</span><span style="font-weight: 400;">GERVINS), executado pela <a href="https://etrilhas.co/a-empresa/">eTrilhas Projetos LTDA</a> e financiado com recursos de compensação ambiental por meio do Fundo da Mata Atlântica sob gestão do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (<a href="https://www.funbio.org.br/" target="_blank" rel="noopener">FUNBIO</a>). </span><span style="font-weight: 400;">O Projeto está inserido no âmbito do Programa de Apoio à Sustentabilidade Econômica das Unidades de Conservação estaduais e tem como objetivo apoiar a sustentabilidade econômica das mesmas por meio de ações que promovam a geração de renda, o desenvolvimento local e a ampliação da oferta de produtos e serviços voltados ao turismo de natureza.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto abrange cinco Parques Estaduais do Rio de Janeiro: Parque Estadual Cunhambebe (PEC), Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB), Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET) + Reserva Extrativista Marinha de Itaipu (RESEXIT), Parque Estadual do Desengano (PED) e Parque Estadual dos Três Picos (PETP). </span></p>
<figure id="attachment_2605" aria-describedby="caption-attachment-2605" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2605 size-large" title="Cartografia social aplicada na Oficina de Mapa Falado do Parque Estadual da Serra da Tiririca e Reserva Extrativista Marinha de Itaipu" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5679-1-1024x683.jpg" alt="Cartografia social aplicada na Oficina de Mapa Falado do Parque Estadual da Serra da Tiririca e Reserva Extrativista Marinha de Itaipu" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5679-1-1024x683.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5679-1-300x200.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5679-1-768x512.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5679-1-1536x1024.jpg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5679-1-2048x1366.jpg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5679-1-24x16.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5679-1-36x24.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5679-1-48x32.jpg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2605" class="wp-caption-text">Cartografia social aplicada na Oficina de Mapa Falado do Parque Estadual da Serra da Tiririca e Reserva Extrativista Marinha de Itaipu</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Em uma de suas subetapas, o Projeto visa aplicar a cartografia social como ferramenta participativa para o levantamento do território a partir das percepções, usos e significados atribuídos pelas comunidades locais no entorno das UCs abrangidas.</span><span style="font-weight: 400;"> A eTrilhas aplicou esta metodologia com ênfase na produção de informações a partir do olhar de moradores do entorno, parceiros locais, guias e condutores, trabalhadores do turismo, gestores e guarda-parques, bem como de usuários do território, possibilitando a identificação de dinâmicas socioespaciais e de referências ambientais e socioculturais relevantes para o uso público das UCs. </span><span style="font-weight: 400;">A metodologia previu a realização de Oficinas de Mapa Falado, com mobilização articulada com as equipes gestoras das UCs.</span></p>
<h2>Aplicando a Cartografia Social &#8211; Oficinas de Mapa Falado</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A cartografia social foi aplicada entre os dias 15 de outubro e 17 de março de 2026, quando foram realizadas oito Oficinas de Mapa Falado nos cinco parques contemplados pelo Projeto Roteiros. </span><span style="font-weight: 400;">Para apoiar o processo de mobilização, foram criados grupos de WhatsApp com participantes que responderam ao formulário da etapa anterior, de diagnóstico turístico. Cards informativos sobre as oficinas foram divulgados nesses grupos, além de ações complementares de divulgação realizadas pelas gestões dos Parques, por meio de suas redes sociais, grupos dos conselhos consultivos, parceiros institucionais e outros coletivos com potencial interesse.</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Unidade de Conservação</b></td>
<td><b>Data</b></td>
<td><b>Local</b></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Parque Estadual Cunhambebe</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">16/10/2025</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Sede do Parque (Mangaratiba)</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Parque Estadual da Pedra Branca</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">31/10/2025</span></td>
<td>Centro de Convivência da Horta Comunitária do Quilombo Dona Bilina (Rio de Janeiro)</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Parque Estadual da Serra da Tiririca + Reserva Extrativista Marinha de Itaipu</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">07/11/2025</span></td>
<td>Museu de Arqueologia de Itaipu (Niterói)</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Parque Estadual do Desengano</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">19 e 20/11/2025</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Sede do Parque (Santa Maria Madalena) + Associação dos Pequenos Produtores Rurais e Quilombolas de Aleluia, Batatal e Cambucá (Campos dos Goytacazes)</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Parque Estadual dos Três Picos</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">03 e 04/12/2025, 17/03/2026</span></td>
<td>Colégio Ibelga (Nova Friburgo) + Subsede Vale da Revolta (Teresópolis) + Camping Pico da Caledônia (Nova Friburgo)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;">Em cada oficina, o território do Parque em questão foi dividido em quatro ou cinco seções, com a impressão de mapas em formatos A2 ou A1. Os participantes trabalharam sobre quatro categorias temáticas, cada uma representada por uma cor específica:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">🟢 Atrativos naturais (verde);</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">🟡 Lugares de memória (amarelo);</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">🟠 Atividades e experiências (rosa ou laranja); e</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">🔵 Empreendimentos turísticos (azul).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes foram organizados em grupos e passaram a circular entre os mapas em rodadas sucessivas, com duração aproximada de 20 a 30 minutos cada. Em cada rodada, os grupos dialogavam sobre o território representado, resgatavam memórias, identificavam lugares de referência e registravam coletivamente as informações nos mapas com adesivos coloridos. Para cada área mapeada, foram identificados e anotados nas fichas disponibilizadas elementos correspondentes às categorias previamente definidas, numerados de forma sequencial. </span></p>
<figure id="attachment_2607" aria-describedby="caption-attachment-2607" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2607 size-large" title="Registro da Oficina de Mapa Falado no Parque Estadual da Pedra Branca" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5368-1-1024x683.jpg" alt="Registro da Oficina de Mapa Falado no Parque Estadual da Pedra Branca" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5368-1-1024x683.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5368-1-300x200.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5368-1-768x512.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5368-1-1536x1024.jpg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5368-1-2048x1366.jpg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5368-1-24x16.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5368-1-36x24.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_5368-1-48x32.jpg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2607" class="wp-caption-text">Registro da Oficina de Mapa Falado no Parque Estadual da Pedra Branca</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o preenchimento dos mapas, realizou-se uma leitura coletiva dos pontos registrados para verificar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Possíveis repetições;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Legibilidade das anotações; e</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Justificativas para inclusão de determinados locais, especialmente na categoria lugares de memória.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os insumos gerados por esse processo de cartografia social têm permitido uma compreensão integrada das potencialidades, possibilidades de arranjos territoriais e lacunas existentes para cada Unidade de Conservação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir das informações coletadas nas Oficinas, procedeu-se à digitalização dos dados levantados. Esse processo utilizou como base os arquivos digitais que originaram os mapas impressos empregados nas oficinas, os registros fotográficos dos mapas anotados durante os encontros presenciais e as listas descritivas dos locais identificados pelos participantes. Ao final, as informações foram consolidadas em arquivos digitais organizados por Unidade de Conservação, disponibilizados em diferentes formatos (</span><i><span style="font-weight: 400;">shapefile</span></i><span style="font-weight: 400;">, KMZ e links do Google My Maps).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao final do período de edição colaborativa dos mapas, será realizada uma etapa de conferência e validação das informações levantadas, por meio do cruzamento com diferentes bases de dados existentes, tais como planos de manejo, Wikiloc, inventários turísticos e bases oficiais, entre outras fontes pertinentes.</span></p>
<h2>Cartografia Social como ferramenta crucial</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os resultados desta etapa indicam que o processo de cartografia social não deve ser compreendido apenas como uma etapa diagnóstica, mas como um instrumento de mobilização territorial e um elemento estruturante na construção dos roteiros turísticos. Ao explicitar usos, práticas e referências territoriais a partir da perspectiva dos atores locais, os Mapas Falados forneceram insumos qualificados para:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A definição de narrativas territoriais integradas, articulando dimensões ambientais, culturais e históricas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A construção de roteiros temáticos fundamentados em práticas reais de uso e apropriação do território, como pesca artesanal, paisagens costeiras, agroecologia e memórias quilombolas e indígenas; e</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O alinhamento entre conservação ambiental, uso público e reconhecimento dos modos de vida locais, fortalecendo abordagens participativas.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2608 size-large" title="Oficinas de Mapa Falado como materialização da cartografia social" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_6563-1-1024x683.jpg" alt="Oficinas de Mapa Falado como materialização da cartografia social" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_6563-1-1024x683.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_6563-1-300x200.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_6563-1-768x512.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_6563-1-1536x1024.jpg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_6563-1-2048x1366.jpg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_6563-1-24x16.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_6563-1-36x24.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2026/01/IMG_6563-1-48x32.jpg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os registros oriundos da cartografia social ajudam a incorporar dimensões simbólicas, sociais e práticas do território, ampliando de forma consistente as possibilidades de roteirização participativa, socialmente legitimada e conectada às dinâmicas locais. </span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mínimo impacto: eTrilhas e GearTips se unem em parceria inovadora</title>
		<link>https://etrilhas.co/minimo-impacto-etrilhas-geartips-se-unem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Etrilhas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 12:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://etrilhas.co/?p=2591</guid>

					<description><![CDATA[A fim de expandir o conceito de mínimo impacto ambiental, o eTrilhas, aplicativo que conecta informações sobre trilhas de todo o Brasil, atrativos naturais e áreas naturais protegidas aos usuários do turismo de natureza de forma sustentável, e a Gear Tips, um ecossistema abrangente dedicado a conectar, capacitar e equipar entusiastas da vida ao ar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fim de expandir o conceito de mínimo impacto ambiental, o <a href="https://etrilhas.com.br/pt/home">eTrilhas</a>, aplicativo que conecta informações sobre trilhas de todo o Brasil, atrativos naturais e áreas naturais protegidas aos usuários do turismo de natureza de forma sustentável, e a <a href="https://geartips.club/blog/gear-tips-etrilhas-minimo-impacto/" target="_blank" rel="noopener">Gear Tips</a>, um ecossistema abrangente dedicado a conectar, capacitar e equipar entusiastas da vida ao ar livre para que tenham experiências transformadoras e sustentáveis na natureza, se uniram, alcançando mais agentes transformadores em todo o Brasil.</p>
<figure id="attachment_2594" aria-describedby="caption-attachment-2594" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2594 size-large" title="Parceria inovadora busca conscientizar sobre o mínimo impacto" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/Copia-de-IMG_3213-1-1024x683.jpg" alt="Parceria inovadora busca conscientizar sobre o mínimo impacto" width="1024" height="683" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/Copia-de-IMG_3213-1-1024x683.jpg 1024w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/Copia-de-IMG_3213-1-300x200.jpg 300w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/Copia-de-IMG_3213-1-768x512.jpg 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/Copia-de-IMG_3213-1-1536x1024.jpg 1536w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/Copia-de-IMG_3213-1-2048x1366.jpg 2048w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/Copia-de-IMG_3213-1-24x16.jpg 24w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/Copia-de-IMG_3213-1-36x24.jpg 36w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/Copia-de-IMG_3213-1-48x32.jpg 48w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-2594" class="wp-caption-text">Parceria inovadora busca conscientizar sobre o mínimo impacto</figcaption></figure>
<h2>Parceria pelo mínimo impacto</h2>
<p>A primeira iniciativa da parceria pelo mínimo impacto será a palestra Leave No Trace, ministrada por Bruno Negreiros, Coordenador de Responsabilidade Social e Ambiental do Gear Tips, durante o encontro promovido pelo Projeto Transforma Ecoturismo, no dia 25 de novembro. O projeto é uma iniciativa do Sebrae RJ e conta com a consultoria técnica de Paula Rascão, sócia-fundadora da eTrilhas.</p>
<p>Muitas ações e projetos em conjunto estão sendo pensados para alcançar o público dos parceiros e expandir para todos os interessados e envolvidos com a temática do mínimo impacto na natureza, no Brasil, em seus diversos caminhos! A parceria é voltada à capacitação de profissionais que atuam em atividades na natureza e de entusiastas da vida ao ar livre em busca de mais conhecimento. Também será promovido o acesso a conteúdo relevante para o aprimoramento e atualização dos conceitos e das práticas de mínimo impacto na natureza aos que acompanharem eTrilhas e Gear Tips.</p>
<h2>Conhecendo os parceiros</h2>
<p>A Gear Tips atua como um hub educacional com o objetivo de capacitar pessoas com o conhecimento e as habilidades necessárias para embarcar em aventuras ao ar livre e aprimorar seu desempenho embasados nos conceitos do mínimo impacto ambiental. Conta com uma engrenagem de conexões através de conteúdos no YouTube, posts informativos no blog e eventos amplamente impactantes, que vão desde congressos online até workshops, oficinas e cursos práticos.</p>
<p>Para Pedro Lacaz Amaral, fundador do Gear Tips, a parceria com a eTrilhas representa a possibilidade de ampliar a conscientização sobre a conservação ambiental entre todos que vivenciam os espaços ao ar livre:</p>
<blockquote><p>Acreditamos que para promover o turismo de natureza sustentável é essencial investir em capacitação e informação – e tanto o Gear Tips quanto a eTrilhas compartilham o propósito de reconectar as pessoas ao meio ambiente de forma consciente.</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2592 size-large" title="eTrilhas e Gear Tips em parceria pelo mínimo impacto" src="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/LNT-eTrilhas-Rede-GearTips-1-819x1024.png" alt="eTrilhas e Gear Tips em parceria pelo mínimo impacto" width="819" height="1024" srcset="https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/LNT-eTrilhas-Rede-GearTips-1-819x1024.png 819w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/LNT-eTrilhas-Rede-GearTips-1-240x300.png 240w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/LNT-eTrilhas-Rede-GearTips-1-768x960.png 768w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/LNT-eTrilhas-Rede-GearTips-1-19x24.png 19w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/LNT-eTrilhas-Rede-GearTips-1-29x36.png 29w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/LNT-eTrilhas-Rede-GearTips-1-38x48.png 38w, https://etrilhas.co/wp-content/uploads/2025/10/LNT-eTrilhas-Rede-GearTips-1.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></p>
<p>A <a href="https://etrilhas.co/plataforma-etrilhas/">Plataforma eTrilhas</a> é composta por um aplicativo, um site e um sistema administrativo que oferecem uma solução integrada para aprimorar a gestão de áreas naturais e estimular o engajamento do público sob a premissa da sustentabilidade e da visitação responsável. Também atua com <a href="https://etrilhas.co/consultoria/">consultoria</a> na área do turismo de natureza realizando mapeamento, estruturação, sinalização e manejo de trilhas e atrativos naturais, produzindo conteúdo para divulgação e oferecendo o licenciamento de aplicativos para parques, destinos e trilhas de longo curso, desenvolvendo projetos tecnológicos e interativos voltados à promoção do turismo sustentável e da conservação ambiental, incentivando a prática embasada de ações de mínimo impacto em todo o país.</p>
<p>Para Paula Rascão, da eTrilhas, a parceria traz a oportunidade de usar a tecnologia como aliada no desenvolvimento da sustentabilidade em ambientes naturais e do partilhamento dos conceitos de mínimo impacto para cada vez mais pessoas:</p>
<blockquote><p>Entendemos que a aproximação com o Gear Tips é uma oportunidade de trazer visibilidade para ambos no ambiente digital e, por meio do Programa CAPACITAR, oferecer aos nossos clientes a chance de expandir a capacitação de seu público.</p></blockquote>
<h2>Conexão de ideias</h2>
<p>A parceria nasce da vontade de unir esforços no desenvolvimento de ações e projetos que ampliem o conhecimento e a capacitação essenciais para promover práticas que garantam o mínimo impacto na natureza e fortaleçam as atividades em áreas naturais de forma sustentável.</p>
<p>Expandir o conhecimento ambiental envolve a consolidação das informações teóricas com experiências práticas e transformadoras. É fundamental que profissionais, interessados, comunidades locais e os praticantes das atividades na natureza tenham acesso amplo e facilitado a programas de educação ambiental, oficinas de campo e treinamentos técnicos que estimulem a prática das ações de mínimo impacto – importante na conservação da biodiversidade, gestão de resíduos e comportamento responsável em ambientes naturais.</p>
<p>eTrilhas e Gear Tips unem forças nesta parceria para buscar o desenvolvimento de uma consciência ecológica mais presente, incentivando atitudes éticas e comprometidas com a sustentabilidade, com as ações de mínimo impacto e com a preservação dos ecossistemas. Investir em educação ambiental e capacitação contínua, no uso de metodologias participativas e integradas, no intercâmbio de saberes e na incorporação de tecnologias sustentáveis fortalece a formação de uma nova geração de profissionais e cidadãos conscientes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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